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Mais de 1.700 pacientes faltaram a consultas e procedimentos marcados na rede de saúde pública de Maravilha

Publicado em 04/09/2018 às 15:04 - Atualizado em 04/09/2018 às 15:04

Em 8 meses mais de 1,7 mil pacientes não compareceram a procedimentos e consultas marcadas na rede pública de saúde de Maravilha. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde e correspondem às faltas em todas as unidades básicas de saúde, dos meses de janeiro a agosto somando todas as especialidades incluindo procedimentos de odontologia.

As consultas com clínico geral foram as que mais tiveram pacientes faltosos e que não comunicaram a falta com antecedência na unidade básica de saúde. Ao todo foram 760 faltas. As faltas às consultas ginecológicas somaram 366 e as de odontologia 314. Conforme explicou a secretária Miriane Sartori não estão computadas as faltas de pacientes ao Centro de Especialidades Odontológicas que somam mais 168 pessoas que marcaram, não compareceram e não comunicaram a secretaria de Saúde.

O primeiro levantamento de 2018 foi feito em março e o número de faltas apuradas foi de 464. Nos últimos cinco meses o número total saltou para 1.792 sendo que de abril a agosto foram 1.342 pessoas que faltaram às consultas e procedimentos marcados. “Divulgamos os dados para que nossos pacientes atendam um apelo de não faltar e em caso de precisar faltar pedimos que nos comunique para que a gente faça o aproveitamento do horário e da vaga com outros que precisam”. As faltas aos pediatras foram de 76 em oito meses e ao psiquiatra foram 114.

A secretária também relata que exames estão à espera de pacientes na secretaria da Saúde. “São exames feitos e que não foram retirados como tomografias, ressonâncias entre outros exames de imagem”, disse.

O número de atendimentos realizados também é muito alto e foi destacado pela secretária. “Avaliamos os dados da unidade de saúde do Bairro Floresta e computamos mais de 10 mil atendimentos feitos pela área da enfermagem mais de 5 mil atendimentos odontológicos, mais de 600 consultas ginecológicas e mais de 3,3 mil atendimentos do clínico geral”, relatou.